Tradicional
Para produtos conhecidos. Detalhamento total no início, execução completa, entrega única no final.
- · Escopo claro desde o dia 1
- · Cronograma de longo prazo
- · Governança forte
- · Ideal para engenharia, infraestrutura
Treinamentos e workshops aplicados que mostram quando usar cada método. Métodos ágeis não são rápidos: são assertivos. Em ambientes corporativos, isso é o que importa.
"Métodos ágeis não são mais rápidos. São mais assertivos. Essa assertividade é o que dá a impressão de que está sendo mais rápido."
O segredo está nas pequenas entregas: você libera versões menores, valida com o usuário final, ajusta a rota e segue. Em vez de entregar tudo no final e descobrir que metade não era o que o cliente queria, você descobre cedo, em ciclos curtos, e corrige antes de gastar tempo demais.
Você vai ao médico com dor de cabeça. Ele receita dipirona. Você toma e não funciona. Volta. Ele troca para paracetamol. E se ele soubesse, na primeira visita, que dipirona não funciona para você? Métodos ágeis são esse "saber antes". Pequenas entregas + feedback = decisão informada antes de gastar mais.
Não existe melhor entre eles. Existe o adequado para cada contexto.
Para produtos conhecidos. Detalhamento total no início, execução completa, entrega única no final.
Para inovação e produtos com incerteza. Sprints de 2 a 4 semanas, feedback contínuo, MVP, ajuste de rota.
Macro tradicional + execução ágil. Combinação mais comum em ambientes corporativos brasileiros.
Mínimo Produto Viável: a versão mais enxuta capaz de validar a ideia. Em vez do produto final, um protótipo funcional para testar com o usuário.
Ciclo curto de entrega, geralmente 2 a 4 semanas. Ao final, há uma entrega validável que vai a feedback do cliente ou usuário.
Lista priorizada de tudo que pode ser feito. Itens são puxados para os sprints conforme valor e capacidade do time.
Reunião diária curta (15 minutos) onde o time alinha o que fez, o que vai fazer e o que está bloqueando.
Ao final do sprint: review mostra o que foi entregue para stakeholders; retrospectiva avalia o processo do time.
Indicadores ágeis: velocity mede capacidade de entrega por sprint; throughput mede o fluxo no Kanban.
Time fica horas em pé, dando status de quem fez o quê, mas ninguém ajuda ninguém a desbloquear. Vira ritual sem propósito.
O ágil pressupõe cliente próximo dando feedback. Sem isso, vira waterfall com sprints. Não funciona.
Sem priorização clara, o time entrega o que é fácil, não o que é importante. Métricas distorcem o problema real.
Em ambiente corporativo, ágil sem indicadores de longo prazo perde o board. Daí a necessidade do híbrido.
Implantar Scrum sem mudar a cultura é receita para frustração. Time "ágil" + gestão "tradicional" = desastre.
Copiar o playbook do Spotify ou da ING sem adaptar à realidade brasileira e ao porte da empresa não dá certo.
Em vez de slides, peças de Lego. Em vez de teoria, vivência. Em 1h30 os participantes constroem uma cidade aplicando Scrum: planning, sprint, daily, review, retrospectiva. Workshop autoral baseado em certificação internacional, replicado em Porto Alegre e São Paulo.
Conhecer o Agile Lego Game